O 17º Encontro de Diretores (ED) da Ser Educacional teve início nesta semana reunindo diretores e reitores das Instituições de Ensino Superior do grupo para uma programação voltada ao planejamento estratégico, à inovação educacional e ao fortalecimento das ações sociais e ambientais da Companhia. O evento acontece ao longo da semana na UNINASSAU Boa Viagem, no Recife.
A abertura do encontro contou com a palestra de Jânyo Diniz, CEO da Ser Educacional, mantenedora das marcas UNINASSAU, UNAMA, UNG, UNINORTE, UNIFAEL e UNI7. Durante sua apresentação, ele abordou os desafios projetados para 2026 e destacou a necessidade de formar profissionais com perfil empreendedor, alinhados às transformações tecnológicas do mercado.
“Precisamos ser uma empresa inovadora, empreendedora e tecnológica. A Inteligência Artificial está mudando o mundo muito mais rápido do que todos pensavam. E também mudamos nossos projetos pedagógicos e nossas matrizes curriculares, incluindo algumas disciplinas, para termos o uso da IA embedado nas profissões”, explicou Jânyo.
Na sequência da programação, o obstinado fundador da Ser Educacional, Janguiê Diniz, apresentou os objetivos estratégicos da Companhia e o planejamento para o próximo ano. Em sua fala, destacou o cenário atual do setor educacional, marcado por maior regulação, avanços tecnológicos e aumento da competitividade.
“Vivemos um momento de profundas transformações no setor educacional, marcado por maior regulação, avanço tecnológico e aumento da competitividade. Para crescer de forma exponencial, é fundamental manter uma cultura organizacional forte, investir continuamente em inovação e valorizar as pessoas, que são o principal ativo de qualquer empresa. É essa combinação entre estratégia, tecnologia e capital humano que nos permite evoluir, nos adaptar às mudanças do mercado e garantir a perenidade da Ser”, destacou Janguiê Diniz.
De acordo com o fundador, o propósito central da Ser Educacional é qualificar e educar o povo brasileiro, gerando empregos e contribuindo para o desenvolvimento do País. Ele ressaltou que o sucesso da Companhia está diretamente ligado à sua origem estruturada como empresa educacional, à fundação no Nordeste em 2003, à escolha de localizações estratégicas, à oferta de ensino de qualidade e à construção de uma cultura organizacional sólida, baseada na valorização das pessoas.
“Soma-se a isso uma gestão centralizada, com controle rigoroso de custos, estratégias de marketing off-line, ações esportivas e de eventos, além de um sistema de gestão comprometido com responsabilidade social e práticas ESG”, pontuou.
No período da tarde, a programação foi dedicada às iniciativas ambientais e sociais desenvolvidas pela Ser Educacional. Adriane Mendes, gerente de Governança Ambiental e Social, apresentou projetos institucionais como Bike sem Barreiras, Caravana Feminicídio Zero, Cadeira Vazia, Sinal Vermelho, Calculadora Universitária de Carbono e o Ser Recicla, reforçando o impacto positivo dessas ações para a sociedade.
“ESG não é tendência. É sobrevivência institucional, reputacional e social. Na Ser Educacional, isso se traduz em prática concreta e mensurável. Nós transformamos vidas, pois esses projetos impactam. Temos famílias que tiveram trajetórias e vidas modificadas”, afirmou Adriane.
Encerrando a pauta de responsabilidade social, o público acompanhou uma apresentação dos alunos do projeto Circo sem Barreiras. A iniciativa promove inclusão social por meio de atividades circenses, como aulas de malabares, equilíbrio e dança, e é voltada para adolescentes e jovens com síndrome de Down e/ou deficiência intelectual, com idades entre 16 e 29 anos.
Ao longo da semana, o 17º Encontro de Diretores também contará com palestras sobre mercado educacional, gestão de pessoas e setor financeiro. Outro destaque da programação é a discussão sobre a temática da COP30, evento que será realizado em Belém e que contou com a participação ativa da UNAMA – Universidade da Amazônia.